segunda-feira, 4 de junho de 2012



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"Mas de onde vem o mal que tanto te abateu?

     Ele vem de um olhar que nunca será meu...
        Como está para o sol a luz morta da estrela
        a luz do próprio sol está para o olhar dela...
Parece o seu fulgor quando o fito direito,
        uma faca que alguém enterra no meu peito,
        veneno que se bebe em rútilos cristais
        e, sabendo que mata, eu quero beber mais..."

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